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quinta-feira, 18 de abril de 2013
Trasmissão da Prece
Ação da Prece.
Transmissão do Pensamento
9. A prece é uma invocação: por ela nos pomos em relação mental com o ser a que nos dirigimos. Ela pode ter por objeto um pedido, um agradecimento ou um louvor. Podemos orar por nós mesmos ou pelos outros, pelos vivos ou pelos mortos. As preces dirigidas a Deus são ouvidas pelos Espíritos encarregados da execução dos seus desígnios; as que são dirigidas aos Bons Espíritos vão também para Deus. Quando oramos para outros seres, e não para Deus, aqueles nos servem apenas de intermediários, de intercessores, porque nada pode ser feito sem a vontade de Deus.
10. O Espiritismo nos faz compreender a ação da prece, ao explicar a forma de transmissão do pensamento, seja quando o ser a quem oramos atende ao nosso apelo, seja quando o nosso pensamento eleva-se a ele. Para se compreender o que ocorre nesse caso, é necessário imaginar todos os seres, encarnados e desencarnados, mergulhados no fluido universal que preenche o espaço, assim como na Terra estamos envolvidos pela atmosfera. Esse fluido é impulsionado pela vontade, pois é o veículo do pensamento, como o ar é o veículo do som, com a diferença de que as vibrações do ar são circunscritas, enquanto as do fluido universal se ampliam ao infinito. Quando, pois, o pensamento se dirige para algum ser, na Terra ou no espaço, de encarnado para desencarnado, ou vice-versa, uma corrente fluídica se estabelece de um a outro, transmitindo o pensamento, como o ar transmite o som.
A energia da corrente está na razão direta da energia do pensamento e da vontade. É assim que a prece é ouvida pelos Espíritos, onde quer que eles se encontrem, assim que os Espíritos se comunicam entre si, que nos transmitem a suas inspirações, e que as relações se estabelecem à distância entre os próprios encarnados.
sábado, 13 de abril de 2013
Reforma Íntima
"Buscai primeiro o reino de Deus." (Mateus, 6:33)
A reforma íntima consiste em eliminar as imperfeições e conquistar novas virtudes. Precisamos nos educar, pois somos Espíritos imperfeitos. Quando reencarnamos trazemos as tendências positivas e negativas que construímos no passado. Devemos trocar orgulho por humildade, egoísmo por amor, agressividade por mansidão, indiferença por misericórdia, malícia por pureza de coração, descrença por fé, materialismo por espiritualidade.
A humildade e a caridade são as principais virtudes que devemos desenvolver. A humildade abre caminho para a conquista de todas as outras virtudes. O amor é o mais sublime dos sentimentos. Jesus resumiu seus ensinos em amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
Devemos assumir o controle de nossa evolução. Enquanto não nos dispomos a crescer.
voluntariamente a dor nos educa. Se vamos pelo caminho errado ela nos segura. Quando paramos, ela nos empurra. Nossas imperfeições, como o ciúme, a inveja, a mágoa, o melindre, o nervosismo, são as causas de nossos sofrimentos. Aumentamos nossa felicidade à medida que evoluímos.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Crenças e Carma
“...A quem, pois, culpar de todas as suas aflições senão a si mesmo? O homem é, assim, num grande número de casos, o artífice dos seus próprios infortúnios; mas em vez de o reconhecer, ele acha mais simples, menos humilhante para a sua vaidade, acusar a sorte, a Providência...” O Evangelho Segundo O Espiritismo – Cap. V Item 4
Mentalidade é a capacidade intelectual, ou seja, o conjunto de crenças, costumes, hábitos e disposições psíquicas de um indivíduo. São registros profundos situados no corpo espiritual, raízes de nosso modo de agir e pensar, acumulados na noite dos tempos.
Nossa mentalidade atrai tudo aquilo que irradiamos consciente oi inconscientemente. Portanto, certos conceitos que mantemos atraem prosperidade e nos fazem muito bem; outros tantos nos desconectam do progresso e da realidade espiritual.
Porque ainda não vemos as coisas sem o manto da ilusão é que acreditamos em prêmios e castigos; na realidade, suportamos apenas as conseqüências de nossos atos.
Dessa forma, tudo o que está acontecendo em tua vida é produto de tuas crenças e pensamentos que se materializam; não se trata, pois, de punições nem recompensas, mas reações desencadeadas pelas tuas ações mentais.
Certas idéias sobre o carma não condizem com a coerência e com a lógica da reencarnação, levando-te a interpretações distorcidas e irreais sobre as Leis Divinas.
Carma, em sânscrito, quer dizer simplesmente “ação”.
Tuas ações, ou seja, teus carmas são positivos ou negativos, de conformidade com o que fizeste e segundo tuas convicções e valores pessoais.
Deus não julga os atos pessoais, mas criou leis perfeitas que dirigem o Universo. Porque tens o livre-arbítrio como patrimônio, é que deves admitir que a vida dá chances iguais para todos: a diferença está na credulidade de cada um.
sábado, 6 de abril de 2013
O que é o passe?
Livro: O Passe: Eficácia, interpretações e implicações
Autor: Geraldo Panetto
O passe pertence às leis naturais.
Ele é um atributo tanto do espírito encarnado como desencarnado e pertence à ordem dos fenômenos psíquicos.
Segundo a Teologia, a cura pelo passe é chamada de milagre, independente de raça, cor, ou credo e até mesmo de posição social.
Segundo o conceito espírita, a cura pelo passe pertence às leis naturais, não havendo portanto nenhuma alteração nessas leis. Ela se dá simplesmente pelo merecimento de quem o recebe. Milagre não existe.
Podemos até, por força de expressão, dizer: "Foi um milagre", mas isso não expressa a verdade. Esse termo não faz parte do vocabulário espírita.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Justiça das Aflições
Fonte: Evangelho Segundo o Espiritismo
Cap. V - Bem Aventurados os Aflitos
1 – Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. Bem-aventurados os que padecem perseguição por amor da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. (Mateus, V: 5, 6 e 10).
2 – Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus. Bem-aventurados os que agora tendes fome, porque sereis fartos. Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque rireis. (Lucas, VI: 20 e 21)
Mas ai de vós, ricos, porque tendes no fundo a vossa consolação. Ai de vós, os que estais fartos, porque tereis fome. Ai de vós, os que agora rides, porque gemereis e chorareis. (Lucas, VI: 24 e 25).
quinta-feira, 21 de março de 2013
O Homem de Bem
Retirado do Livro: Evangelho Segundo o Espiritismo
3 – O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e caridade, na sua maior pureza. Se interroga a sua consciência sobre os próprios atos, pergunta se não violou essa lei, se não cometeu o mal, se fez todo o bem que podia, se não deixou escapar voluntariamente uma ocasião de ser útil, se ninguém tem do que se queixar dele, enfim, se fez aos outros aquilo que queria que os outros fizessem por ele.
Tem fé em Deus, na sua bondade, na sua justiça e na sua sabedoria; sabe que nada acontece sem a sua permissão, e submete-se em todas as coisas à sua vontade.
Tem fé no futuro, e por isso coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.
Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções, são provas ou expiações, e as aceita sem murmurar.
O homem possuído pelo sentimento de caridade e de amor ao próximo faz o bem pelo bem, sem esperar recompensa, paga o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte e sacrifica sempre o seu interesse à justiça.
Encontra usa satisfação nos benefícios que distribui, nos serviços que presta, nas venturas que promove, nas lágrimas que faz secar, nas consolações que leva aos aflitos. Seu primeiro impulso é o de pensar nos outros., antes que em si mesmo, de tratar dos interesses dos outros, antes que dos seus. O egoísta, ao contrário, calcula os proveitos e as perdas de cada ação generosa.
quinta-feira, 14 de março de 2013
Usa a verdade com o objetivo de ajudar, jamais como
uma arma de agressão ou revide.
A verdade é igual diamante que exige adequado envoltório
para manter-se seguro, e, quando atirado para alguém, não o ferir.
A tua talvez não seja a verdade legítima ou pelo menos
não será a completa.
Preserva-a para o momento próprio, no qual possas dignificar
e erguer, quem caia ou se esteja precipitando
em abismos de loucura e ilusão.
Joanna de Ângelis
Livro: Vida Feliz
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